Brasil
WT
O Brasil tem a maior colônia coreana da América Latina — mais de 50.000 pessoas concentradas no bairro Bom Retiro de São Paulo —, terreno fértil para que o Taekwondo se transformasse em uma disciplina massiva. A Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTkd) foi fundada em 1973 e filiada à WTF em 1975. Os Jogos Olímpicos do Rio 2016 foram o momento mais alto, com a medalha de bronze de Maicon Andrade em casa. Tania Oliveira, primeira medalhista olímpica brasileira em Sydney 2000, abriu o caminho para uma geração que hoje projeta o Brasil como potência continental.
Pioneiros
Os pioneiros — a comunidade coreana de São Paulo planta o TKD
Bom Retiro e Liberdade como epicentro técnico do Taekwondo brasileiro
O Taekwondo chegou ao Brasil entre 1969 e 1971 através dos primeiros mestres coreanos que se estabeleceram em São Paulo, nos bairros de Bom Retiro e Liberdade — epicentro da maior comunidade coreana da América Latina, com mais de 50.000 pessoas. A densidade cultural dessa comunidade permitiu que a disciplina passasse rapidamente de poucos dojangs informais a uma estrutura nacional reconhecível.
Em 1973 foi fundada a Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTkd), e dois anos depois, em 1975, a entidade se afiliou formalmente à World Taekwondo Federation (WTF), constituindo-se como organismo regulador do TKD WT brasileiro. Para os anos 80, mais de 1.000 academias estavam ativas em território nacional — uma expansão sem paralelo na América Latina.
“Bom Retiro, São Paulo — a maior comunidade coreana da América Latina foi o motor original do Taekwondo brasileiro.”
Federação
A Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTkd)
O organismo regulador com sede em São Paulo
A CBTkd, fundada em 1973 e filiada à World Taekwondo + Comitê Olímpico Brasileiro, opera com sede em São Paulo e estima mais de 500.000 praticantes ativos em todo o Brasil. É a maior federação nacional da América Latina em volume, e sua presença nos 27 estados do país lhe dá uma capilaridade que nenhum outro organismo regional iguala.
O sistema de graduações, exames Dan e participação no circuito WT é articulado em torno da CBTkd, que organiza o Campeonato Brasileiro anual e seleciona as delegações nacionais para Mundiais, Pan-Americanos e os ciclos olímpicos. Sua estrutura federativa também canaliza a formação de árbitros e técnicos nacionais.
“CBTkd — federação reguladora do TKD WT no Brasil, maior organização de Taekwondo da América Latina em volume.”
Primeira Olímpica
Tania Oliveira — a pioneira olímpica brasileira
Bronze em Sydney 2000: a primeira medalha olímpica brasileira no TKD
Tania Oliveira escreveu o primeiro capítulo olímpico do TKD brasileiro em Sydney 2000, quando o Taekwondo estreou como esporte oficial nos Jogos. Competindo na categoria +67 kg feminina, Oliveira conquistou a medalha de bronze — a primeira medalha olímpica do Brasil na disciplina e um marco que abriu o caminho para todas as gerações posteriores.
Seu feito teve um impacto imediato na popularização do TKD brasileiro: a matrícula em academias de São Paulo e Rio de Janeiro cresceu notavelmente no período 2000-2004. Oliveira é lembrada como a pioneira olímpica do TKD nacional, com um currículo que serviu de referência para as atletas que a sucederiam no Rio 2016 e em Tóquio 2020.
“Tania Oliveira — bronze Sydney 2000 (+67 kg): a primeira medalha olímpica do TKD brasileiro na história.”
Rio 2016
Rio 2016 — Maicon Andrade e o bronze em casa
O ginásio cheio em Barra da Tijuca e o momento mais emocionante do TKD sul-americano
Os Jogos Olímpicos do Rio 2016 foram um impulso massivo para o Taekwondo brasileiro. As instalações do Parque Olímpico da Barra da Tijuca estiveram entre as melhores do mundo para a disciplina, e o público brasileiro — conhecido por sua intensidade — converteu o TKD em um dos eventos mais populares dos Jogos.
Maicon Andrade conquistou a medalha de bronze nos -68 kg (ajustado ao peso olímpico da época), repetindo o pódio que Tania Oliveira havia conquistado 16 anos antes. Sua medalha foi um dos momentos mais emocionantes do TKD sul-americano: o ginásio cheio apoiando o atleta brasileiro ficou como uma imagem icônica. Pós-Rio, a matrícula em academias cresceu uns 40% estimados em nível nacional.
“O bronze de Maicon Andrade no Rio 2016 — com o ginásio brasileiro lotado — foi o momento mais emocionante do TKD WT na América do Sul.”
Nova Geração
Milena Titoneli e a geração pós-Rio
A renovação geracional rumo a Los Angeles 2028
Após o Rio 2016, a renovação geracional no Brasil foi encabeçada por Milena Titoneli, que chegou à semifinal em Tóquio 2020 (-67 kg feminino) — um dos melhores resultados brasileiros recentes. Titoneli projeta o TKD feminino brasileiro a níveis competitivos consistentes, mantendo viva a tradição olímpica iniciada por Tania Oliveira.
O programa nacional da CBTkd trabalha com foco no ciclo de Los Angeles 2028, apostando nas novas categorias e no desenvolvimento do poomsae como disciplina olímpica. O Brasil mantém presença constante no Grand Prix LATAM e nos Jogos Pan-Americanos, onde colheu medalhas em múltiplas edições desde 1999.
“Milena Titoneli — semifinalista em Tóquio 2020: o rosto da geração pós-Rio.”
Taekwondo em Brasil
- ›🥉 Bronce olímpico Sídney 2000 (+67 kg) — primera medalla olímpica del TKD brasileño
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- ›Referente para las generaciones de Río 2016 y Tokio 2020
- ›🥉 Bronce olímpico Río 2016 (-68 kg) — segunda medalla olímpica del TKD brasileño
- ›Olímpico en Pekín 2008, Río 2016 y participaciones múltiples
- ›Símbolo del impulso post-Río al TKD brasileño
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A história do Taekwondo continua em cada dojang, em cada aula, em cada estudante.